A Doença costuma ser autolimitada, mas variantes mais agressivas e grupos vulneráveis exigem atenção redobrada; no Brasil contabiliza cerca de 90 no início de casos em 2026.
A mpox voltou ao radar da saúde pública. Só em 2026, o Brasil já registrou cerca de 90 casos confirmados da infecção, segundo o Ministério da Saúde, além de 171 notificações suspeitas em investigação.
O Ministério da Saúde informa que o cenário atual no país não é considerado alarmante. Até o momento, os casos confirmados são classificados como leves ou moderados, sem registros de quadros graves ou óbitos.
A letalidade varia conforme o clado
A mpox é causada por um vírus que possui diferentes variantes, chamadas de clados. O chamado clado 1 é considerado mais transmissível e mais grave do que o clado 2.
Quem corre maior risco?
Na maioria dos casos, a mpox é autolimitada: os sintomas costumam desaparecer espontaneamente em poucas semanas. A infecção geralmente provoca febre, mal-estar, linfonodos aumentados e lesões cutâneas características.
No entanto, alguns grupos apresentam maior risco de complicações. Entre eles estão pessoas imunocomprometidas, crianças e gestantes, onde apresentam quadros mais graves .
Os sintomas
A infecção por mpox nem sempre provoca sintomas. Quando se manifesta, o quadro inicial costuma ser inespecífico e pode se confundir com outras viroses. Entre os sinais mais comuns estão febre sendo o primeiro sinal perceptível da infecção.
É importante um alerta: embora imagens amplamente divulgadas mostrem pacientes com múltiplas lesões espalhadas pelo corpo, nem sempre o quadro é assim. Muitas pessoas apresentam apenas uma única lesão. Isso pode gerar dúvidas sobre a causa da alteração na pele e atrasar o diagnóstico. Diante de qualquer suspeita, a recomendação é procurar avaliação médica para orientação adequada.
Em caso de sentir os sinais desta infecção, procure a unidade mais próxima de atendimento médico.